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Doze Fatos Sobre Thriller, de Michael Jackson

Outubro
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Hoje é Halloween. Em outros países, as crianças se fantasiam de personagens assustadores imaginários, vão de porta em porta e pedem doces. Muitas pessoas saem às ruas vestidas com fantasias de zumbis e maquiagem aterrorizante, celebrando o Halloween com dança e festividades. Mas nenhuma celebração está completa sem dança e música — e se queremos escolher a trilha sonora perfeita para o Halloween, o que poderia ser melhor do que Thriller?

No vídeo de Thriller, Michael Jackson dançou com zumbis e se tornou um deles. A dança em grupo de Thriller se tornou uma tradição anual, e pessoas ao redor do mundo se reúnem na noite de Halloween para realizar um dos rituais mais divertidos da data: a dança de Thriller.

http://www.rollingstone.com/music/news/12-thrilling-facts-about-michael-jacksons-thriller-20131029#ixzz2jFe9pXBi

O vídeo de Michael Jackson para “Thriller” foi lançado há quase 30 anos, em 2 de dezembro de 1983. O diretor John Landis (The Blues Brothers, An American Werewolf in London) expandiu a faixa — o sétimo e último single lançado do álbum “Thriller” — em um filme musical de terror de quase 14 minutos, permitindo que Michael explorasse suas fantasias de filmes de monstros. O vídeo teve exibição intensa na MTV e já foi visto mais de 149 milhões de vezes no YouTube.

Bem a tempo do Halloween, aqui estão 12 coisas que você talvez não tenha percebido na primeira — ou na 200ª — vez que assistiu:

1. Tudo “Thriller”, um pouco de enchimento

O vídeo custou meio milhão de dólares; na época, foi o vídeo mais caro já feito. Mas a CBS Records não queria pagar por um terceiro vídeo de Thriller, e a MTV tinha uma política de nunca pagar por clipes. Michael e Landis financiaram o orçamento fazendo MTV e Showtime pagarem $250.000 cada pelos direitos de exibir o documentário de 45 minutos The Making of “Thriller”. (A MTV justificou que, se estavam pagando por um filme, estavam contornando sua própria política.) Landis apelidou o documentário estendido de The Making of Filler.

2. Antes do compositor Rod Temperton criar “Thriller”, o título provisório do álbum de Michael era Starlight.

Temperton, britânico ex-integrante da banda funk Heatwave, também escreveu “Baby Be Mine” e “The Lady in My Life” para “Thriller” (e anteriormente, havia escrito “Rock with You” e “Off the Wall” para Michael).

3. A fé de Michael Jackson transpareceu.

A placa de abertura (“Devido às minhas fortes convicções pessoais, desejo enfatizar que este filme de forma alguma endossa crenças no oculto”) foi inserida por causa da fé das Testemunhas de Jeová de Michael. Outra manifestação de sua religiosidade, segundo o produtor Quincy Jones: Durante a gravação de Thriller, em um estúdio no distrito de Westlake, Los Angeles, “uma garota californiana saudável passou pela janela frontal do estúdio, que era um espelho unidirecional voltado para a rua, e levantou o vestido sobre a cabeça. Ela não estava usando absolutamente nada por baixo.” Jones ficou olhando, assim como Temperton — mas Jackson se escondeu atrás da mesa de mixagem para não ver.

4. “Thriller” é uma história de amadurecimento.

“Na adolescência, os jovens começam a crescer pelos em lugares inesperados e partes do corpo incham e crescem,” explicou o diretor John Landis, sobre o papel da metáfora do lobisomem na história do cinema. “Todos passam por essas transformações físicas no corpo e por pensamentos sexuais novos e desconhecidos na mente. Não é de se admirar que aceitemos facilmente o conceito de uma metamorfose literal.” Em outras palavras, passar por uma transformação licantropa foi uma forma segura para Michael Jackson experimentar a puberdade.

5. “Thriller” teve uma Playmate.

A co-estrela de Jackson em “Thriller”, a ex-Playboy Playmate Ola Ray, também apareceu em Cheers e em Beverly Hills Cop II, mas seu único outro videoclipe notável foi “Give Me the Night” de George Benson (um single também escrito por Rod Temperton e produzido por Quincy Jones!), em um encontro com Benson que envolve cachorros-quentes e champanhe. O maior efeito especial desse vídeo: Benson tocando guitarra de patins.

6. Fred Astaire poderia ter sido um figurante em “Thriller”.

A lenda de Hollywood Fred Astaire, fã da dança de Jackson (Michael pessoalmente lhe ensinou o moonwalk), participou de um ensaio de “Thriller”. Jacqueline Kennedy Onassis, que editou a autobiografia Moonwalk de Jackson, passou horas importantes: quando filmavam às 3 da manhã em um bairro perigoso no leste de Los Angeles, ela ficava no Winnebago de Jackson.

7. O coreógrafo de “Thriller” foi um membro da gangue de “Beat It”.

O coreógrafo Michael Peters também fez as sequências de dança épicas em “Love Is a Battlefield” de Pat Benatar e no vídeo “Beat It” de Michael (onde ele interpretou um dos líderes da gangue — o vestido de branco, com óculos escuros e bigode). Ele ganhou um Tony por seu trabalho em “Dreamgirls” e morreu de AIDS em 1994, aos 46 anos.

8. O apelo da dança dos zumbis é global.

O maior número de pessoas fazendo a coreografia de zumbis de “Thriller”, segundo o Guinness Book of World Records: “13.597 participantes em um evento organizado pelo Instituto de la Juventud del Gobierno del Distrito Federal no Monumento a la Revolución, Cidade do México, México, em 29 de agosto de 2009.”

9. Não deveriam existir aulas de negócios baseadas em “Thriller”.

John Landis sobre as motivações para fazer “Thriller” e seu enorme impacto financeiro: “A realidade é que foi um vídeo de vaidade. Tudo que aconteceu em ‘Thriller’ aconteceu porque Michael queria se transformar em um monstro. Nada foi planejado. Quero deixar isso claro, porque houve um curso na Harvard Business School sobre ‘Thriller’, e foi uma completa bobagem.”

10. “Thriller” pode ter a capacidade de possuir você.

Quando criança de nove anos, Cee Lo Green tinha tanto medo de “Thriller” que fugia da sala sempre que o vídeo passava na TV: “Se ele podia ser possuído, então eu certamente podia ser possuído, porque Michael era muito mais forte do que eu.”

11. O vídeo fica ótimo mesmo quando é feito em Lego.

12. O “rap perdido” de Vincent Price é fantástico.

Quando a lenda do cinema de terror Vincent Price (House of Wax, Edward Scissorhands) gravou sua fala, ele fez uma estrofe inteira que foi cortada: “Os demônios gritam de puro prazer / É você que eles espiam, tão rechonchudo, tão certo / Pois embora o ritmo seja difícil de superar / Ainda assim você fica com os pés congelados / Você tenta correr, você tenta gritar / Mas nunca mais verá o sol / Pois o mal alcança da cripta / Para te esmagar em seu aperto gelado.”

Para ler mais e ver fotos, por favor visite aqui.

Fonte: Rollingstone & MJWN

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