Dia 58 do julgamento da AEG: depoimento de Eric Briggs
Jacksons vs AEG - Dia 58 - 29 de julho de 2013 - Resumo
Nenhum membro da família Jackson estava no tribunal.
Depoimento de Eric Briggs
AEG direct
Strong perguntou sobre a opinião de Briggs a respeito da conclusão dos 50 shows acordados por Michael Jackson na época em que ele morreu. O especialista disse que era especulativo assumir que MJ concluiria todos os 50 shows em Londres. Um slide mostrado ao júri se relaciona a uma turnê mundial que seria especulativa, disse Briggs. (ABC7)
Slide: Erk’s TII Tour: Speculative 1- Sem acordo além de 50 shows 2- Uso de drogas de MJ 3- Histórico de cancelamentos de MJ 4- Turnê mundial depende da conclusão de 50 shows a- Risco de performance b- Risco de execução
No entanto, Briggs disse que os números 1 e 2 também se relacionam aos 50 shows em Londres. Briggs disse que o histórico de MJ e a forma como ele usava drogas e seus efeitos duradouros sustentam a opinião de que os 50 shows eram especulativos. “MJ tinha um histórico significativo de cancelar projetos, mesmo quando era razoavelmente certo que eles aconteceriam”, disse Briggs. (ABC7)
Briggs disse que avaliou os números do Sr. Erk sobre os 260 shows. O advogado dos Jackson, Brian Panish, pediu um intervalo. Durou 23 minutos. (ABC7)
A opinião de Briggs é que é especulativo assumir que Jackson teria concluído os 50 shows de “This Is It”. Ele também acha especulativo que Jackson teria se apresentado em uma turnê mundial com 260 shows, como o especialista dos autores, Arthur Erk, projetou. Briggs disse ao júri que dois pontos principais para sua opinião são o histórico de Jackson cancelando shows e o uso de medicamentos prescritos. (AP)
Em relação aos 260 shows que Erk calculou, Briggs disse que a projeção do especialista foi sem precedentes do ponto de vista de vendas brutas de ingressos e receita. Briggs disse que a turnê de maior arrecadação de todos os tempos é a U2 360 Show, que gerou US$ 736 milhões em vendas de ingressos e merchandising. (ABC7) Erk estimou que Jackson ganharia mais de US$ 1 bilhão com turnês, merchandising e acordos de endosso se ele tivesse vivido. Briggs, no entanto, disse que as estimativas de Erk não estavam alinhadas com o histórico de Jackson e com o histórico de outras turnês de sucesso. (AP)
Receitas Brutas de Turnês: Ingressos/Merchandise 1- U2: US$ 736 milhões 2- Rolling Stones: US$ 558 milhões 3- AC/DC: US$ 441 milhões 4- Madonna: US$ 408 milhões
Briggs disse que o que de fato é recebido pelo artista é muito menor do que o número bruto, e isso se baseia nas despesas da turnê. Se a produção for cara, disse Briggs, o lucro líquido dos integrantes do AC/DC poderia ser maior do que o lucro líquido dos integrantes do U2, mesmo que o U2 tenha arrecadado mais. (ABC7)
Turnês de Maior Arrecadação de MJ: HISTORY gerou US$ 165 milhões para 82 datas em 1996-97 BAD gerou US$ 126 milhões para 120 shows. Briggs disse que a turnê Dangerous não foi incluída porque não constava na lista das turnês de maior arrecadação de todos os tempos. Dangerous foi interrompida porque MJ entrou em reabilitação, explicou Briggs. (ABC7)
Embora um dos gráficos de Briggs não tenha sido mostrado ao júri, ele viu um que mostrava receitas das 4 maiores turnês de shows ao vivo de todos os tempos. A turnê 360 da U2 lidera a lista com US$ 736 milhões em vendas de ingressos e merchandising, embora Briggs diga que isso não é quanto a banda ganhou. Os Rolling Stones e AC/DC estão em #2 e #3 na lista, com Madonna em primeiro lugar como artista solo de maior arrecadação, com US$ 408 milhões. Esses são números brutos, e Briggs diz que não está claro quanto cada artista levou para casa com suas turnês. Ele contrastou isso com a turnê HIStory de Jackson, que arrecadou US$ 165 milhões, e a turnê Bad, que arrecadou US$ 126 milhões. A turnê Dangerous não entrou na lista porque foi interrompida. Briggs mais tarde mostraria um gráfico indicando que ela perdeu dinheiro. (AP)
Para os shows de “This Is It”, a AEG Live projetou vendas brutas de ingressos entre US$ 94 e US$ 107 milhões. (AP) Turnês Futuras Previstas da AEG: Prod 1: US$ 94 milhões Prod 2: US$ 107 milhões (ABC7)
Strong perguntou a Briggs como o orçamento de 2009 da AEG se comparava. Erk projetou US$ 1,65 bilhão para a turnê com 260 shows, ele respondeu. “Claramente isso está acima de qualquer coisa que já vimos na história em todo o mundo”, opinou Briggs. Briggs disse que o Sr. Erk projetava US$ 900 milhões para serem pagos a MJ como lucro líquido de ingressos, endossos e merchandising. Com base nos autos, esse valor não estava nem perto do que MJ havia levado para casa no passado, testemunhou Briggs. Briggs disse que Paul Gongaware testemunhou que a turnê Dangerous de MJ perdeu dinheiro; não foi lucrativa. Ele também testemunhou que a turnê HIStory foi um equilíbrio (break-even). Lucro líquido é o valor dos ingressos e do merchandising menos todos os custos para colocar o show em pé, explicou Briggs. Sobre a turnê HIStory, Briggs disse que, com base no depoimento de Gongaware, devem ter existido custos que fizeram a turnê empatar. “O que está implícito é que MJ não gerou nenhum lucro líquido significativo com essa turnê”, disse Briggs. (ABC7)
O especialista dos autores, Arthur Erk, projetou mais de US$ 1 bilhão em receita para Jackson com vendas de ingressos e merchandising em uma turnê mundial. Briggs: “Claramente esse número está acima do que vimos na história do mundo.” Ele então mostrou um slide com os ganhos de Jackson em turnês anteriores. HIStory empatou, ele disse, e Dangerous perdeu dinheiro. (AP)
Briggs testemunhou que os documentos de orçamento da AEG mostram que MJ, se tivesse concluído todos os 50 shows, teria levado para casa entre US$ 22 e US$ 31 milhões. Esse valor incluía ingressos e merchandising, mas não endossos, disse Briggs. Briggs: Em junho de 2009, não havia endosso em vigor, não havia patrocínio em vigor. A AEG Live tomou medidas para garantir isso, mas nada estava em prática (ABC7) Michael Jackson teria ganhado entre US$ 22 e US$ 30 milhões pelos shows de “This Is It”, se ele tivesse concluído os 50 concertos em Londres. (AP)
Briggs passou vários minutos dizendo ao júri que os números de Erk eram especulativos e não estavam baseados em histórico. (AP) Briggs disse que Erk projetou que MJ teria um lucro líquido de US$ 890 milhões em uma turnê mundial de 260 shows, entre ingressos, merchandising, endossos e patrocínios. “Eu não sei como alguém pode ter certeza razoável de que isso aconteceria”, disse Briggs. A turnê de maior arrecadação de todos os tempos foi a U2’s 360, disse Briggs, que foi de US$ 736 milhões. A projeção de Erk para o lucro líquido de MJ estava muito acima disso. “Está completamente fora de linha com a história, com o histórico do próprio MJ e com a história de todas as outras turnês”, opinou Briggs. (ABC7)
Se não há turnê, não há merchandising, disse o especialista. A experiência de Briggs com endossos se relaciona a trabalhar com os espólios de grandes artistas, como Elvis e Frank Sinatra. Eles foram abordados muitas vezes por grandes empresas para colocar seus nomes em produtos para vender. (ABC7)
Briggs explicou que a indústria usa dados de um “Q score”, que mede a simpatia de uma celebridade ou persona. Briggs disse que existem dois tipos principais de fatores que as empresas consideram para escolher um artista para fazer endosso: 1- histórico em conseguir endossos, relacionamento com patrocinadores anteriores 2- o quão previsível o artista é, o quão estáveis são as ações dele/ dela. “As empresas procuram apostas seguras”, disse Briggs. “Elas não querem correr grandes riscos com seus produtos.” Briggs explicou que as empresas se preocupam com o que o público em geral pensa do artista/celebridade. Briggs: A arrecadação da turnê está ligada ao fato de as pessoas estarem interessadas em ver alguém se apresentar. MJ era um grande performer. Mas há uma diferença entre excelência como performance no palco e se a empresa quer se associar ao performer, disse Briggs. Briggs disse que os dados do “Q score” associados a MJ analisaram as vendas dos álbuns dele, as ações tomadas pela AEG e a estabilidade e previsibilidade de MJ. Briggs explicou que as empresas ligam para as pessoas e perguntam o quanto elas gostam de um determinado artista, o “Q score” dele. Depois elas reportam os resultados de volta para a empresa de marca decidir o quão segura é a aposta em um artista. Briggs recebeu dois conjuntos de dados: simpatia de MJ grupo comparativo (Bruce Springsteen, Elton John, Justin Timberlake). O juiz quis saber que tipo de perguntas a empresa faz às pessoas na pesquisa. Briggs disse que a pergunta é sobre a impressão da pessoa sobre o artista, com normalmente 3-5 opções de resposta. As perguntas não são tanto sobre se a pessoa compraria um produto, mas sobre a impressão que ela tem do artista, explicou Briggs. “Pesquisa de Q score: Pergunta: Qual é sua impressão geral sobre o indivíduo/celebridade? Respostas: Um dos meus favoritos, Muito bom, Bom, Regular/Ruim.” Briggs disse que é útil comparar com outros artistas, ver como ele se coloca em relação a outros que são parecidos com o artista em questão. Briggs disse que há dados de “Q score” de 1990 a 2006, com algumas lacunas. Não há dados de “Q score” entre 2006 e 2009. (ABC7)
O advogado de defesa da AEG, Sabrina Strong, perguntou sobre as perspectivas de Jackson para um acordo de endosso, o que levou Briggs a uma discussão sobre Q Scores. Q Scores ponderam a simpatia ampla de um artista com base em uma pesquisa. As empresas usam os dados para determinar seus porta-vozes celebridades. Briggs: “As empresas procuram apostas seguras.” Ele usa Q Scores no trabalho dele aconselhando clientes e puxou dados sobre Jackson de 1990-2006. Houve vários anos de Q Scores faltando para Jackson, e não foram feitas pesquisas sobre a simpatia dele após 2006. O juiz estava interessado em como os dados de Q Score são obtidos, então Briggs explicou com mais detalhes. Os entrevistados são solicitados a classificar celebridades em uma das quatro categorias de simpatia: “Um dos meus favoritos” Muito bom. Bom Regular/ruim. As pontuações de Jackson geralmente caíram depois de 1993, embora houvesse alguns anos no início dos anos 2000 em que as pontuações dele melhoraram. Em 2006, o último ano em que o Q Score de Jackson foi avaliado, ele tinha uma nota de -7,4. Ela tinha caído bastante a partir de 2003. A nota significa que havia 7 vezes mais pessoas que responderam de forma desfavorável a Jackson do que aquelas que disseram que ele era um dos favoritos delas. Artistas são avaliados em comparação com contemporâneos. Briggs disse que em 1990, MJ foi agrupado com MC Hammer, Billy Joel, Don Henley e Kenny Rogers. Ele não explicou com quem Jackson foi agrupado na pesquisa nos anos 2000, embora Justin Timberlake tenha sido citado como possibilidade. (AP)
Strong mostrou um gráfico da “Likability” (simpatia) de MJ, que Declined After 1993. O gráfico mostra uma impressão Negativa-Positiva. Briggs disse que em 2006 havia 1 (uma) pessoa com impressão positiva para cada 7,4 pessoas com impressão negativa sobre MJ. Briggs disse que em 1993 a simpatia de MJ estava bem alinhada com a de outros artistas. A partir daí, caiu substancialmente. Em 2006, Briggs disse que o gráfico mostra que havia 7,4 impressões negativas para 1 positiva em relação a Michael Jackson. Briggs explicou que em 1993 houve o início de manchetes significativamente negativas associadas a MJ, ao abuso de drogas dele e a outros problemas. Não há dados disponíveis de 2006 a 2009. Briggs disse que solicitou os dados, mas não conseguiu obtê-los. Ele disse que se a simpatia de alguém é tão negativa, eles tiram essas pessoas da lista, já que nenhuma empresa gostaria de se associar a elas. (ABC7)
Briggs testemunhou que estudou dados de “Q score” de Jackson, a tendência de vendas dos álbuns dele e a estabilidade dele para concluir que Jackson tinha uma chance baixa de ganhar dinheiro com endossos e patrocínios. Briggs disse que, embora Jackson fosse “um grande performer”, as empresas decidem com quais celebridades associar seus produtos com base em “simpatia” medida por “Q scores”. O “Q score” de Jackson em 1993 estava alinhado com a média de um performer musical masculino, com cerca de uma pessoa a cada duas entrevistadas dizendo que gostava dele, disse Briggs. Esse foi o ano em que Jackson anunciou que tinha um problema com analgésicos e entrou em reabilitação. A pontuação dele ficou dramaticamente negativa ao longo da década seguinte, disse Briggs. Em 2006, um ano depois de ele ter sido absolvido em um julgamento por abuso sexual de criança, mais de sete pessoas disseram que não gostavam de Jackson para cada uma que disse que gostava dele, Briggs testemunhou. As empresas ficariam “bem ansiosas” em colocar alguém com uma “simpatia” tão negativa ao lado dos seus produtos, disse ele. (CNN)
“As empresas de marca valorizam o fato de os artistas serem grandes performers, mas isso não significa que elas querem colocar seus nomes ao lado dos performers”, disse Briggs. Segundo ele, a imagem de Jackson se recuperou um pouco nos anos 1990, mas despencou novamente em 2003 por vários motivos. Para gravadoras de grande nome, Jackson era um risco, porque novos escândalos poderiam surgir sem aviso, explicou Briggs, e “as marcas estão procurando previsibilidade”. (AFP)
O juiz perguntou a Briggs se MJ poderia ter sido comparado a um artista individual, como Justin Timberlake, em vez de a um grupo de artistas semelhantes. Ele disse que o padrão é comparar com a média do grupo com o artista em questão. (ABC7)
Manchetes negativas sobre drogas e acusações de abuso sexual reduziram muito o potencial de ganhos de Michael Jackson, disse um consultor de entretenimento. As vendas dos álbuns de Jackson caíram drasticamente do auge e a classificação de “simpatia” dele ficou dramaticamente negativa após “manchetes significativamente negativas, abuso de drogas e outros problemas”, testemunhou Eric Briggs. (CNN)
Briggs disse que o Sr. Erk especificou as vendas de unidades de álbuns de cinco dos álbuns de MJ. “Também mostrou uma queda significativa”, disse Briggs. Vendas dos álbuns de MJ: 1982 -- Thriller -- 65 milhões 1987 -- Bad -- 45 milhões 1991 -- Dangerous -- 32 milhões 1995 -- HIStory -- 20 milhões 2001 -- Invincible -- 13 milhões (ABC7)
Briggs testemunhou que MJ tinha um problema significativo na mídia relacionado a manchetes negativas em uma ampla variedade de temas. Isso afetaria a decisão de uma empresa sobre endossos/patrocínios. As empresas estão focadas em vender, disse Briggs. O especialista explicou que havia um público significativo que queria ver MJ se apresentar. (ABC7)
Ele disse que a AEG tomou medidas para garantir endossos e patrocínios, mas não conseguiu. “Eu não sei como ele pode prever que de repente a luz se acenderia”, disse Briggs sobre a projeção de endossos de Erk. O especialista disse que não havia acordos de endosso ou patrocínio no momento da morte de MJ. (ABC7)
Briggs passou para discussões sobre vendas de álbuns, que diminuíram ao longo da carreira de Jackson, e atacou a premissa de um show tributo em Vegas. Shows tributo só funcionam se o artista estiver morto, disse Briggs. Ele disse que as projeções de Erk para um show tributo também eram especulativas. (AP)
Strong perguntou por que o acordo de Las Vegas era especulativo. Briggs disse que não havia nada em andamento, nenhum orçamento, nenhum acordo ou financiamento. Além disso, não existe um precedente real para um artista vivo em turnê, que tenha um show tributo. Briggs testemunhou que não há nenhum tipo de show significativo e premium associado a um artista vivo que está se apresentando. (ABC7)
“No meu ramo, só expressar interesse não significa que vai acontecer”, opinou o especialista. Ele disse que eram ideias e que ele vê ideias sendo jogadas o tempo todo. Briggs: Las Vegas é um mercado muito competitivo. Todo hotel quer um show que atraia um público amplo. “É difícil fazer grandes apostas se há muitas dúvidas sobre simpatia e previsibilidade.” “Entretenimento é sobre encontrar um público”, disse Briggs. “Ninguém consegue prever se vai dar certo até você vender os ingressos.” Briggs disse que o entendimento dele é que o espólio de MJ não concordou com a turnê proposta pela AEG para Las Vegas. (ABC7)
Por fim, ele discutiu filmes e se Jackson estaria garantido de sucesso na indústria cinematográfica. A opinião dele era que MJ não tinha garantia de sucesso. (AP)
Briggs disse que na projeção de Erk, MJ entraria em filmes, mas ele não forneceu números a esse respeito. “Processo de Produção de Filmes”: - Ideias - Desenvolvimento/Embalagem - Financiamento - Planejamento pré-produção - Produção - Pós-produção - Publicidade - Distribuição - Lançamento nos cinemas - Lucros? . Briggs disse que houve esforços em algum momento para MJ fazer filmes. Ele considera que isso estava na fase de desenvolvimento. “Isso absolutamente não significa que chegaria ao fim do processo”, opinou Briggs. Briggs disse que a decisão de fazer filmes é de vários milhões de dólares. O compromisso é muito sério; você não faz um filme com um milhão de dólares. “Um filme pode custar centenas de milhões de dólares”, disse Briggs. E muita coisa precisa estar no lugar, como público, distribuidores etc. Ele disse que só anunciar um filme nos EUA pode custar US$ 50+ milhões. Briggs disse que o último longa-metragem ao qual MJ esteve associado, “Miss Cast Away”, lançado em 2004-05, foi direto para vídeo, não nos cinemas. Briggs disse que mesmo na fase de distribuição, isso não significa que o filme será lucrativo/sucesso. “É tudo um risco até este ponto.” Só depois de 3-6 semanas em cartaz é possível descobrir se o filme é lucrativo ou não, disse Briggs. Briggs citou alguns grandes filmes que foram decepções: John Carter, Battleship, Jack the Giant Killer. Briggs: Esses filmes tinham grandes atores, grandes valores, grandes estúdios e grandes processos de decisão que nem sempre podem estar certos. Cada estúdio lança 15-20 filmes por ano, disse Briggs, e apenas cerca da metade deles é conhecida pelo público. “Só porque você faz algo não significa que vai ter sucesso de crítica”, disse Briggs. (ABC7)
Briggs: O Sr. Erk simplesmente afirmou que acreditava que Michael faria filmes. Briggs disse que houve períodos em que MJ teria ótimas conexões na indústria cinematográfica, e então as demitiria apenas para contratá-las de volta. “Boas conexões não significam que as coisas vão ser feitas, muito menos que serão bem-sucedidas”, Briggs testemunhou. Briggs: “Nem tudo que é tentado é um sucesso retumbante.” Sobre o histórico pessoal de MJ em relação a longas-metragens, Briggs foi enfático: “Eu não acredito que MJ tenha sido bem-sucedido”, disse o especialista. “Mesmo o Sr. Erk disse que ele não foi bem-sucedido em filmes”, disse Briggs. Briggs: Eu não sei como alguém pode projetar, com uma certeza razoável, que MJ seria bem-sucedido fazendo filmes. (ABC7)
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O tribunal encerrou por aquele dia, e houve argumentos breves do advogado dos autores Brian Panish sobre os registros de cobrança de Briggs. Panish quer registros detalhados do trabalho que Briggs fez no caso da AEG e disse que o escritório do especialista já recebeu US$ 600-700k até agora. Panish disse que também quer saber que outros trabalhos Briggs fez para a AEG Live para poder abordar seu “viés” no contrainterrogatório. (AP)
Rebbie Jackson deveria depor na quarta-feira, mas está doente. Outros testemunhos esperados nesta semana: Debbie Rowe e Randy Jackson via depoimento em vídeo. (ABC7)