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Em 26 de março de 2001, Michael distribuiu livros para jovens em um teatro em Newark, NJ. O evento, que ajudou a lançar o Michael Jackson International Book Club, parte da nova caridade “Heal the Kids”, tinha como objetivo promover a leitura na infância e incentivar os pais a voltarem a ler histórias antes de dormir. Além disso, a biblioteca de Michael em Neverland tinha 10.000 livros, então Prince foi apresentado ao mundo cercado por livros.
Como a ex-moradora de Los Angeles Cynde Moya contou ao LA Times, “na época em que eu trabalhava na Bookstar em Culver City, as pessoas do Michael faziam a gente manter a loja aberta depois do horário, e ele entrava com uma van cheia de crianças, que podiam comprar qualquer livro que quisessem”.
O programa Literally Healing usa livros para elevar o ânimo de pacientes e de suas famílias, no Los Angeles Children's Hospital. No site deles, está escrito,
“Um componente central do programa é uma biblioteca terapêutica dedicada, com mais de 1.000 livros especialmente selecionados, desenhados para ajudar as crianças a desenvolver domínio, coragem e esperança enquanto elas estão no nosso hospital. Outro componente do programa usa livros como presentes para os pacientes, oferecendo a eles uma fonte de distração durante a recuperação.”
Muito bem, Prince — mantendo viva a herança do seu pai!
Panish exibiu para os jurados na segunda-feira um trecho das imagens do ensaio, retiradas do filme de concerto póstumo “This is It”.
Katherine Jackson, 82 anos, junto com seus filhos Randy e Rebbie, estava entre os familiares presentes na abertura lotada do julgamento na segunda-feira. Os três filhos de Jackson, que poderiam ser chamados como testemunhas mais tarde, não estavam lá.
Panish reconheceu que Jackson tinha problemas com vício em medicamentos prescritos que remontavam ao uso do analgésico Demerol após o incêndio durante as filmagens de um comercial da Pepsi em 1984.
“Eles colocaram o Dr. Murray numa posição em que, se ele dissesse que Michael não podia ir ou não podia tocar, se ele dissesse ‘eu não posso te dar esses remédios’, então ele não recebe pelo trabalho”, disse Panish aos jurados na segunda-feira.
“A voz que emocionava, o gênio musical, a criatividade e a generosidade e o enorme coração dele foram apagados para sempre”, disse Panish a um júri de seis homens e seis mulheres. “Vocês vão ouvir toda a história sobre o que aconteceu na morte de Michael Jackson.”
O ex-advogado de Michael Jackson, Thomas Mesereau, conversa com repórteres enquanto chega ao tribunal na segunda-feira
Antes da audiência de segunda-feira, os advogados da AEG disseram que a família Jackson esperava arrancar US$ 40 bilhões da empresa em supostos ganhos e indenizações que teriam sido perdidos, mas Panish negou isso, dizendo que o valor foi inventado para prejudicar o caso dos Jackson.
“Nós nunca pedimos US$ 40 bilhões”, disse ele, falando com repórteres antes da audiência. “O júri vai decidir qual foi a perda.” O caso, acrescentou, não era sobre dinheiro. “É sobre conseguir a verdade. Queremos colocar toda a evidência para fora. A evidência vai falar por si que a AEG teve muita participação e eles negam completamente a responsabilidade.”
Panish disse que a família e os amigos do cantor sabiam do vício dele em medicamentos prescritos, especialmente Demerol, mas a AEG alegou desconhecimento quando o contratou para uma série exaustiva de shows.
“Uma coisa ficou muito, muito clara”, disse Putnam. “Embora o mundo talvez não tenha ouvido falar de propofol, o Sr. Jackson certamente ouviu. A evidência vai mostrar que ele usava esse remédio há anos e anos.” Putnam disse aos jurados que executivos da AEG estavam no escuro sobre o uso de propofol por Jackson. “Como eles poderiam saber?”, perguntou o advogado.