Colaboradores falam sobre o álbum de Michael
Eikon, Lenny Kravitz, Tricky Stewart, Neffiu, Teddy Riley e Fifty Cent falam sobre trabalhar no controverso álbum Michael. Antes de sua morte, Michael entrou em contato com alguns deles para colaborar em um novo álbum.
Lenny Kravitz (I Can’t Make It Another Day):
“Eu sei que Michael gostava dessa música, então eu estou feliz com isso. É uma honra ter conseguido lançá-la. Eu sabia que Michael estava envolvido em todo o processo.”
Tricky Stewart (produtor):
“Trabalhar no álbum me deixou ansioso. Havia uma pressão terrível sobre mim porque Michael é um dos maiores compositores da história da música. Não bastava apenas garantir que preservássemos a autenticidade da canção, mas também era preciso manter o foco e permanecer fiel ao conjunto do trabalho.”
“Eu acho que ele teria se orgulhado deste álbum. Se eu não achasse isso, eu não teria me envolvido de jeito nenhum.”
“As músicas entraram no álbum do jeito que Michael as escreveu. Mas era nosso trabalho produzi-las e revelar o verdadeiro potencial das canções.”
Stewart conheceu Michael pela primeira vez em 1983:
“Ele mandava coisas para o estúdio para colocar o selo ‘Michael Jackson’ nelas. O que ele mandava era um dispositivo de jogo. Eu era jovem e não prestava atenção em nada. Eu comecei a brincar com o dispositivo e, de repente, eu ouvi um som. Esse som nunca deixa espaço para dúvida. Ele disse… ‘Esses jogos são meus! Você sabe disso?’…”
Stewart continua rindo: “Ele era tão gente boa e gentil… ele deixou eu continuar brincando.”
Teddy Riley (produtor):
“O álbum é uma obra-prima e isso impressiona todo mundo.”
Neffiu (produtor):
“Michael queria dar um presente para o mundo. Ele não queria que as pessoas tivessem apenas um trailer ou um trailer ruim ou um ‘fora do eixo’. Ele queria dar algo novo e fresco—algo que elas pudessem ter para sempre e lembrar.”
Fifty Cent (Monster):
“Eu nunca fico nervoso porque eu não me importo com outros artistas. Mas com Michael é diferente. Eu estava ansioso para conhecê-lo.”
Fifty Cent tentou fazer rap de um jeito que as pessoas não tinham ouvido dele antes. Teddy Riley tinha dito a ele que, quando Michael estava escrevendo Monster, ele deixou parte da música aberta para ele. Fifty Cent rimou nessa faixa. Michael escreveu o nome de Fifty Cent nas folhas da música.
Eikon (Hold My Hand):
“Essa música estava quase finalizada. O eco da voz dele e a energia deixaram a faixa completamente diferente. Decidimos gravá-la como um dueto e lançá-la no álbum dele. Porque Michael deu mais credibilidade para essa música—e se fosse uma música de Michael Jackson, seria ainda maior e mais bem-sucedida.”
Eikon pediu aos fãs que olhassem para o álbum por outro ângulo: “Isso não é um produto final que pode ser comparado ao trabalho anterior de Michael. Este álbum é uma homenagem a lembrar Michael e elogiá-lo.”
Claudie Kelly, que escreveu Hold My Hand com Eikon, diz:
“Michael amou essa música de todas as formas.”
Claudie originalmente escreveu a música para Whitney Houston. Mas Eikon ficou tão encantado com ela que ficou com a canção para si. E então, para dar mais credibilidade à música, ele compartilhou com Michael. Eikon lançou a música, e Michael disse que a voz dele precisava ser gravada nessa faixa porque:
“Essas são as minhas próprias palavras. É sobre isso que eu quero cantar.”
Fonte: eMJey / hiphopdx.com / MTV / People