Dançarino Imortal se sente abençoado por fazer parte do espetáculo
(22-6-2012) Leo Moctezuma é um dos dançarinos do elenco da turnê mundial The Immortal World Tour de Michael Jackson. No passado, ele já fez turnês com grandes nomes como Pink, Britney Spears e Ricky Martin. No entanto, a Immortal Tour realizou um dos sonhos dele—embora uma parte fundamental desse sonho tenha falecido cedo demais, em 2009.
“Eu me sinto muito abençoado por fazer parte deste show. Quando eu era criança, sempre foi meu sonho dançar com Michael Jackson e, por isso, parece uma honra. Estou dançando os passos dele e ao som da música dele. É muito legal poder tocar as pessoas do jeito que ele fazia.”
Por ser fã de Michael Jackson, ele sempre tentou copiar os movimentos do seu ídolo, mas no novo trabalho dele aprendeu que os movimentos que ele mesmo ensinou a si, mesmo estando próximos, não eram precisos o suficiente para entrar neste show:
“Sendo fã e dançarino, eu costumava aprender todos aqueles movimentos. Eu meio que já sabia, mas durante os ensaios eu aprendi que não era bem assim! Todo mundo tem a sua própria versão, mas pareceu melhor aprender do jeito certo. Estamos fazendo a versão. Além disso, estamos aprendendo com o melhor do melhor.”
Esses “melhores” incluem um impressionante elenco de coreógrafos, entre eles Rich e Tone Talauega (Michael Jackson, Madonna), Jamal Sims (remake de Footloose) e, principalmente, Travis Payne, que trabalhou com Michael Jackson na Dangerous Tour e em “This Is It”.
Vestir um dos figurinos característicos de MJ foi uma experiência mágica para Moctezuma:
“Como um dos fanáticos, eu posso me vestir com parte daquele equipamento. Essa parte é como o alívio cômico do show. Mas colocar aquela roupa de gângster para o trecho de ‘Smooth Criminal’ foi demais. Eu tenho momentos durante o show em que ele está tão presente. O espírito e a voz dele são tão avassaladores que eu esqueço que ele se foi.”
Além disso, fazer turnê com o espetáculo Immortal inspirou Leo a espalhar uma mensagem que era tão importante para Michael Jackson—curar o mundo.
“Ele falava sobre amar e respeitar a si mesmo e ser esquisito, mas de um jeito bom. Ele era meio como Lady Gaga é agora. Eu percebo que, na comunidade, essas lutas pessoais são difíceis, mas ele pensava fora da caixa e fazia trabalhos incríveis. Acho que é assim que a comunidade funciona.”
Fonte: MJFC / Dallas Voice