Catherine Jackson e as crianças respondem a perguntas
Você sabe que Catherine Jackson entrou com uma ação judicial contra a AEG, a empresa responsável por encenar os shows de Michael em This Is It em Londres. Catherine culpa essa empresa pela morte de Michael. O Rei do Pop estava se preparando para os shows em Londres e morreu apenas alguns dias antes do início da turnê.
Conrad Murray, cuja “negligência grosseira” causou a morte do Rei do Pop, trabalhava como seu médico particular. Catherine diz que esse médico foi contratado pela AEG, então a empresa é responsável pela morte do filho dela. No entanto, os advogados da empresa afirmam que, como Murray não foi contratado pela AEG, a ação de Catherine não tem respaldo legal. Por outro lado, foi noticiado que os advogados da família Jackson têm dois ex-funcionários da empresa disponíveis como testemunhas. Eles afirmam que Murray foi contratado pela empresa como médico de Michael Jackson.
Na terça-feira, a pedido da AEG, o tribunal ordenou que Catherine e os três filhos de Michael cooperassem com a corte respondendo a perguntas, para esclarecer mais detalhes sobre este caso. Essas perguntas estão sendo levantadas pela empresa. Marvin Putnam, um dos advogados da empresa, demonstrou satisfação com a decisão do tribunal.
Kevin Boyle, um dos advogados da família Jackson, disse que até agora não era possível que os filhos de Michael cooperassem com o tribunal porque esse assunto era doloroso e difícil para eles, mas agora eles estão prontos para fornecer mais informações à corte. Boyle, porém, chamou o questionário da AEG de “um exemplo claro de táticas defensivas” e disse que algumas das perguntas feitas aos filhos de Michael eram extremamente privadas. Por exemplo, eles foram questionados se escreveram em suas anotações diárias algo sobre o pai deles ter a intenção de cometer suicídio.
Um advogado de Catherine Jackson diz que a família pode nomear um árbitro neutro para apurar a verdade sobre o caso. Esse árbitro poderia apresentar suas conclusões ao juiz. Jessica Estevez, advogada da empresa, não acha que esse tipo de arbitragem seja necessário, mas diz que, se ambos os lados concordarem com uma pessoa como árbitro, a empresa pode aceitar a ideia.
A próxima sessão do tribunal foi marcada para 10 de setembro. Catherine entrou com a ação contra a empresa em setembro de 2010 em nome próprio e em nome dos três filhos de Michael, pelos quais ela atua como guardiã: Michael Junior, de 15 anos (Prince Michael); Paris Katherine Michael, de 14 anos; e Prince Michael, de 10 anos (Blanket).
Fonte: eMJey.com / wavenewspapers