Uma jurada: Se não fosse por Murray, Michael Jackson estaria vivo hoje
Debbie Franklin, de 48 anos, é a primeira jurada a se manifestar e se identificar em uma entrevista. Ela foi a pessoa que tocou o sino do tribunal três vezes na segunda-feira para anunciar que os jurados haviam chegado a um veredito.
Em entrevista ao Good Morning America, da ABC, Franklin disse: "Nossos corações estavam doendo de vontade de sair e retomar nossas vidas."
"Acreditamos que, se não fosse por Conrad Murray, Michael Jackson definitivamente estaria vivo hoje. Conrad Murray é o responsável. Foi ele quem fez isso. Ele concordou em injetar propofol na sala."
"Acho que a atuação da acusação foi excelente. Eles estavam preparados para cada testemunha com antecedência. Do começo ao fim, não deixaram nada atrapalhar. Mas os advogados de defesa não tinham muito o que dizer—embora tenham tentado o melhor que puderam."
Franklin diz que há três elementos que comprovam a culpa de Murray: "Ele não chamou os serviços de emergência. Esse é o pior. Ele não tinha o equipamento necessário na sala. E então ele saiu da sala."
"Mesmo que a gente assuma que a teoria dos advogados de defesa está correta e aceite que, quando Murray não estava na sala, Michael se injetou—o que eu não acho que tenha acontecido—Murray ainda é culpado. Porque ele forneceu as condições, e a responsabilidade é dele."
"Acho que Jackson de alguma forma dependia dessas drogas, mas isso não é a questão. Não foi estabelecido que essa dependência era a ponto de tirar a vida dele.
Fonte: eMJey.com / ABC News