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Funcionários de Michael Jackson comparecem ao tribunal hoje

O advogado de defesa Carl Douglas, representando três ex-funcionários de Michael Jackson, disse que hoje e amanhã seus clientes aparecerão ao tribunal para testemunhar contra Conrad Murray, o médico acusado do assassinato do Pop King. Eles são Amir Williams, assistente pessoal e chefe da equipe; Alberto Alvarez, um agente de segurança; e Fahim Mohammed, supervisor de segurança.

Em agosto de 2009, o Departamento de Polícia de Los Angeles interrogou essas três pessoas, e as declarações delas ajudaram a esclarecer algumas questões complexas relacionadas ao momento da morte de Michael Jackson e às ações do médico dele.

Alvarez é a pessoa que chamou uma ambulância. Ele foi o único que estava na sala com Conrad Murray e Michael — que não estava respirando — antes da chegada dos paramédicos. Antes, dizia-se que Alvarez tinha visto Murray, em vez de ajudar Michael, ocupado em destruir evidências, e que ele também teria pedido ajuda a Alvarez. Os dois juntaram os frascos dos medicamentos e as seringas e colocaram tudo em uma sacola. Só depois disso Alvarez chamou os serviços de emergência. Os paramédicos disseram que Michael já tinha morrido antes de chegarem. Depois que as declarações de Alvarez foram publicadas na mídia, a família Jackson o demitiu, já que ele trabalhava na época na casa de Encino.

Em documentos obtidos pela Associated Press, Murray disse à polícia que, às 10h40 de 25 de junho de 2009, injetou propofol em Michael e depois saiu da sala 10 minutos depois para ir ao banheiro.

A polícia, ao verificar o celular de Murray, descobriu que ele estava falando no telefone desde 11h18 por 47 minutos. Às 12h13, Amir — funcionário de Michael — recebeu um pedido de ajuda de Murray: “Venha rápido.” A ligação para os serviços de emergência foi feita às 12h22 — quando já era tarde demais para salvar Michael.

Fonte: eMJey / TMZ