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A alegação de que o testamento é falso não tem base

Randy Jackson, irmão de Michael, reagiu anteriormente à alegação de que o Rei do Pop assinou o testamento em Los Angeles dizendo que, em 7 de julho de 2002 — no dia em que o testamento foi assinado —, Michael estava em Nova York. Randy concluiu que a assinatura de Michael era falsa. Após a declaração de Randy, Howard Weitzman, um dos advogados de Michael, disse que o anúncio da cidade de Los Angeles como o local onde o testamento foi assinado estava incorreto, e que o testamento foi assinado em Nova York. Weitzman também disse que pessoas viram Michael assinando o testamento.

Esse mal-entendido começou porque um dos testemunhos mencionou, por engano, Los Angeles como o local onde o testamento foi assinado.

Mas, se por qualquer motivo este testamento fosse invalidado, o testamento de 1997 de Michael o substituiria — um que não tem diferenças do testamento atual. De acordo com esse testamento também, Michael destinou 40% de sua riqueza à mãe, 40% ao filho ou filhos e 20% para instituições de caridade. Até o nome do advogado mencionado no testamento de 1997 não mudou: John Branca. É claro, como mencionado anteriormente, Catherine receberá a riqueza de Michael enquanto ele estiver vivo, e após a morte dele, os filhos de Michael ficarão com 80% da riqueza e dos bens do pai.

Fonte: eMJey / TMZ