As evidências podem limpar Michael das acusações
Muitos documentos obtidos em 12 de novembro deste ano podem, de forma lógica, revelar os pontos obscuros do caso e/ou até mesmo limpar completamente Michael das acusações que ele está enfrentando. Esses documentos incluem correspondências entre Mark Geragos, ex-advogado de Michael, e William Decker-man, advogado da mãe do acusador.
Essas cartas contêm pedidos repetidos da mãe do acusador para que os direitos de propriedade da casa sejam devolvidos a ela, além de suas preocupações com o pagamento das despesas — e sobre quem está ajudando a pagar essas despesas. As datas dessas cartas são pouco depois do período em que ela acusou Michael de manter ela e seus filhos presos em Neverland.
Essas alegações são semelhantes às acusações que a ex-mãe do acusador havia feito anteriormente contra o ex-marido dela. Ela alegou que o marido havia abusado sexualmente da filha deles e, ao sequestrá-la, havia colocado a vida dela em perigo. A filha negou essas alegações algum tempo depois.
Rachel Halpern, advogada do pai, acredita que a mãe das crianças está alimentando os filhos com informações de tal forma que eles sabem exatamente o que dizer quando forem questionados.
Michael Jackson é a terceira pessoa à qual a mãe do acusador fez alegações de abuso sexual. Além de Michael Jackson e do ex-marido dela, ela também fez essas alegações contra o segurança de uma loja. Ela afirmou que, enquanto fugia dos seguranças da loja que estavam perseguindo ela e o filho por causa de furto em lojas, ela foi agredida por um deles. O filho foi preso junto com uma grande quantidade de roupas cujo pagamento não havia sido feito. A mãe do acusador não levantou a alegação de que havia sido agredida por seguranças da loja até dois anos após o incidente. A loja concordou em pagar à mãe do acusador US$ 137.000 para evitar publicidade negativa, e assim o caso foi encerrado fora do tribunal.
Fonte: MJ Media Watch