Anos de 1982 a 1985
Em 1 de dezembro de 1982, o álbum «Thriller» foi lançado e transformou para sempre a história da música.
[álbum Thriller]
«Thriller» se tornou o álbum mais...
Randy Phillips, o CEO da AEG Live — a empresa que organizou a turnê de Michael Jackson "This Is It" em Londres — foi demitido.
Não faz muito tempo desde o fim do julgamento da AEG Live. Katherine Jackson, mãe de Michael, havia entrado com uma ação contra Randy Phillips e a AEG, alegando negligência em relação à saúde do filho. Michael estava no meio da preparação para a turnê e, de acordo com informações apresentadas durante o julgamento, sua condição física e mental estava se deteriorando — porém todos os avisos dos colegas e amigos de Michael sobre esse assunto foram completamente ignorados pela empresa. Michael acabou ficando nas mãos do Dr. Murray, que, no fim, tirou a própria vida. O julgamento estabeleceu que Randy Phillips sabia do estado físico e mental de Michael e até trocou correspondências com outras figuras da empresa sobre isso. Em um determinado momento, Randy Phillips chegou a dar um tapa em Michael para forçá-lo a comparecer a uma coletiva de imprensa que a empresa considerou necessária. O júri concluiu que o Dr. Murray havia sido contratado pela AEG para monitorar a saúde de Michael e supervisionar o cronograma de ensaios.
Agora, Phillips — que já foi a figura mais importante da AEG Live — foi dispensado após dez anos de serviço contínuo. Embora a AEG não tenha sido condenada a pagar indenização à família Jackson após o julgamento, parece que os "estilhaços" daquela batalha atingiram Phillips.
Na segunda-feira, foi anunciado que a empresa-mãe da AEG — cujo principal proprietário é um homem chamado Philip Anschutz — encerrou sua relação de trabalho com Randy Phillips. Não foi informado o motivo dessa decisão. O comunicado da empresa não esclareceu se Randy Phillips foi demitido, pediu demissão ou se aposentou. A saída de Phillips aconteceu depois que Katherine Jackson se recusou a aceitar o veredito do julgamento da AEG e solicitou um recurso. O caso da AEG agora foi encaminhado a uma corte de apelações. A ação original de Katherine havia nomeado Randy Phillips pessoalmente como réu.
Quase no ano passado, Phillips renovou seu contrato como CEO da AEG Live por mais cinco anos. A AEG é a segunda maior empresa de promoção de shows do mundo. A empresa vinha explorando novos horizontes sob a liderança de Phillips desde 2002. Ao longo dos anos, a AEG Live administrou as turnês de jovens artistas como Justin Bieber e Taylor Swift — os ícones teen populares de hoje. Em 2009, eles ficaram empolgados em assinar um contrato com o maior showman da época, Michael Jackson. Katherine Jackson afirmou que a empresa, com a ambição de superar rivais e se tornar número um no mundo, insistiu em manter a turnê de Michael — pressionando Michael e causando a ele uma doença grave e estresse. Michael, devido à carga de trabalho, não conseguia dormir, e o Dr. Murray usou um medicamento anestésico para fazê-lo dormir. Esse medicamento derrubou Michael na tarde de 25 de junho de 2009. Embora o julgamento tenha constatado que o Dr. Murray havia sido contratado pela AEG, a empresa não foi responsabilizada pela morte do Rei do Pop.
Também vale notar que a empresa-mãe da AEG pretendia vender a AEG Live antes do início do julgamento, mas abandonou esse plano após a renúncia do presidente da empresa, Tim Leiweke.
Fonte: eMJey.com / AP