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Bem-vindo ao eMJey — comunidade de fãs de Michael Jackson em português

Bem-vindo ao eMJey, a comunidade de fãs de Michael Jackson em português brasileiro. Aqui você encontra notícias do universo MJ, biografia em capítulos, entrevistas, discursos, letras e conversas com outros fãs — conteúdo feito para leitura de verdade, com links para artigos completos (não é página-porta vazia).

Michael Jackson marcou a música pop, a dança, os videoclipes e os espetáculos ao vivo em escala global. No eMJey reunimos reportagens e arquivos sobre álbuns e turnês, dos Jackson 5 a Thriller, Bad, Dangerous e o legado posterior, além de bastidores, entrevistas e momentos que a comunidade ainda debate. O inglês continua sendo o foco principal de tráfego do site; o português existe para servir bem quem lê e busca em pt-BR, com texto próprio — não uma cópia fina de outra língua.

Por onde começar:

  • Notícias — arquivo amplo de matérias em português
  • A Vida de Michael Jackson — biografia, entrevistas e discursos
  • Fórum — troca com a comunidade

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Ex-assistente de Michael Jackson processa a AEG

Michael Amir Williams, assistente pessoal de Michael Jackson que trabalhou para ele até a morte e também prestou depoimento no julgamento por assassinato de King of Pop, entrou recentemente com uma ação contra a AEG, a empresa responsável por organizar a turnê final de Michael, This Is It.

Nessa ação, ele afirma que ele e seus colegas — e até Conrad Murray, o médico acusado de matar Michael Jackson — foram contratados pela empresa. Ele também aponta que, após a morte de Michael, eles não receberam nenhum pagamento da empresa. Segundo Amir, essas pessoas deveriam acompanhar Michael na turnê de Londres. Amir disse que, se a turnê tivesse acontecido, eles teriam sido pagos US$ 7,5 milhões.

A principal alegação de Amir nessa ação é a contratação de Murray pela empresa. A empresa sempre negou essa alegação e, por isso, no caso de assassinato de Michael Jackson, ela se considera isenta de qualquer irregularidade.

No formulário de reclamação, Amir Williams escreveu: "A empresa contratou o médico do coração Dr. Conrad Murray porque Michael tinha dificuldades físicas para acompanhar o processo acelerado da turnê e os planos de agendamento."

Durante os dois meses antes da morte de Michael, Murray o colocava para dormir todas as noites com a droga propofol. Michael acabou morrendo em 25 de junho como resultado dessa droga injetada por Murray.

Em sua ação, Williams afirma: "A empresa ignorou as qualificações, a experiência e a expertise de Murray, e só se importou com a redução de custos e o lucro que o médico poderia lhes trazer ao ajudar a avançar os planos agendados. Foi esse tipo de conduta e negligência que levou à morte de Michael."

Em resposta a essas acusações, a empresa anunciou que Williams nunca foi beneficiário no contrato assinado entre Michael Jackson e AEG e, portanto, ele não pode fazer alegações a esse respeito. A empresa chamou a ação dele de tola e acrescentou que, de acordo com quatro artigos da lei, Williams não é elegível para intervir nesse caso. Eles também avaliaram as ações dele como uma tentativa de obter dinheiro usando a morte de Michael Jackson e disseram:

"Essas pessoas estão tentando ganhar dinheiro com a morte de Michael Jackson exatamente da mesma forma que ganharam dinheiro com a vida dele."

Fonte: eMJey.com / Courthouse News